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domingo, 3 de julho de 2011

Banda larga popular

Nesta sexta-feira última, dia 01 de julho, os jornais e sites de notícias estamparam a notícia de que em 90 dias o Brasil terá banda larga popular. Realmente, e já comentei isto aqui, não se pode menosprezar os esforços da presidente Dilma para ampliar o acesso à internet e à banda larga no Brasil. O anúncio foi feito pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, no dia 30 de junho. Depois de meses de negociações, foi fechado com as operadoras de telefonia o acordo estipulando em R$ 35,00 o acesso à internet banda larga de 1 mega. Mais, as operadoras devem se comprometer a garantir pelo menos 40% da velocidade contratada (atualmente elas só garantem 10%).
Enfim, iniciativa louvável, digna de nota. Mas que poderia ser mais barata, poderia. É só 1 mega. Mas já temos um começo!!!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Mais incentivo!

Mais um incentivo para quem ainda está pensando (a recém) em desenvolver um blog com fins educacionais: já a partir de julho, várias localidades no país passarão a contar com internet banda larga de 1Mbps de velocidade pelo valor de R$ 35,00, dentro do PNBL - Plano Nacional de Banda Larga. O Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, ainda lembro que a isenção de ICMS em pelo menos sete estados ainda poderá baixar o preço para R$ 29,90.
Não há como negar a luta do Governo para popularizar o uso da internet. Claro, o ideal seria planejar ações referentes também ao preço dos computadores. Mas já é um bom - e importante - começo.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Para quem ainda desconfia...

A notícia não é nova, como se pode ver pela data; foi aparecer aqui só hoje por pura falta de tempo - saiu na Zero Hora do dia 24 de abril.
Esta é para quem ainda tem dúvidas a respeito do potencial e das possibilidades do uso da internet na Educação, achando/ alegando que 'o acesso é restrito' ou 'é uma minoria que tem acesso' e outras frases feitas do gênero. Clica na imagem que ela amplia e se pode ler direito.

terça-feira, 19 de abril de 2011

UFRGS

Nada como a vida no Campus...

Que bom poder voltar à UFRGS, mais especificamente à FACED, agora, porém, em outra condição.

Passei um dia muito agradável por lá na semana passada, no dia 12, onde proferi a palestra Informática na Educação Básica - os blogs e o ensino de História, para os estudantes dos últimos semestres da Graduação em História e mais alguns convidados, como professoras da FAPA e estudantes de Pós-Graduação em Educação da IFSul de Charqueadas e a Supervisora do Julinho. Foram palestras com interessante participação/ interação com o público, com o objetivo de reforçar práticas educativas que vem mostrando bons resultados.

Ao final ainda pude autografar alguns livros, coisa que muito me honrou!

Eis algumas fotos do eventos, gentilmente enviadas e cedidas pela Professora Janete Dillmann de Paula, daquele simpático pessoal do IFSul!

Agradeço também a iniciativa e acolhida dos professores da FACED/ UFRGS: Fernando Seffner, Nilton Mullet, Carla Meinerz e Carmem Zeli!

domingo, 10 de abril de 2011

Erechim na rede!

A notícia não é tão nova, mas quis buscar mais informações.
Todos os professores da rede Municipal de Erechim receberam notebooks para utilizar em sala de aula. Foi um investimento de R$ 870.000,00, para atender a uma rede de 470 professores. Os computadores pertencem ao município, mas os professores os levam para casa (e para a escola, claro).
Este é um passo inicial de um programa mais abrangente da prefeitura de Erechim. No ano que vem, os 4 mil alunos da rede municipal devem ter também seus laptops, mas por meio do programa federal Um Computador por Aluno (ProUCA). Isto se chama planejamento, visão. Sabendo que daqui a um ano os alunos terão o seu computador, a SMED do município não quis saber de deixar seus professores desatualizados, despreparados ou inseguros, recebendo seu computador ao mesmo tempo do que seus alunos. Espera-se que em um ano todos se familiarizem e se capacitem para trabalhar e lidar com a tecnologia.
Um dos eixos da SMED de Erechim para atingir o foco da aprendizagem para este ano é a questão da inclusão digital, como se vê. Fundamental em qualquer parte do mundo, em nossos tempos.
Fica o exemplo!

domingo, 20 de março de 2011

Entrevista

Clareando um pouquinho a temática da Informática na Educação, saiu no Jornal Extra Classe (do SinPro - Sindicato dos Professores do Ensino Privado- RS) deste mês uma interessante matéria sobre o tema.
Para ler na íntegra, acesse AQUI.
Tá vou puxar a brasa para o meu assado: muita atenção para o 4°, o 5° e o 6° parágrafos! Primeira entrevista deste que vos tecla!!!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Sem desculpas para não usar!

Como os leitores já viram, há abaixo uma barra com os principais links para o portal da Revista Nova Escola. Há quantidade e qualidade nos materiais oferecidos por lá. Coisa para se passar muitos dias lendo, analisando e debatendo com colegas. Há materiais ótimos para serem discutidos nas reuniões periódicas da escola e para aquelas reuniões de planejamento anual, semestral ou trimestral. Há coisas muito boas também para serem avaliadas e colocadas em prática por professores paralelos, da mesma disciplina ou área do conhecimento.
Enfim, a dica de hoje é uma interessante seção onde contém textos, dicas, projetos e experiências envolvendo o uso da tecnologia em todas as disciplinas.
Clica neste link e, chegando lá, abre o item 1. Tecnologia em todas as disciplinas.
Procure a sua, leia, analise, discuta com colegas, adapte (se necessário) e tente. Ou planeje-se já para o ano que vem. Você ganha, os alunos ganham; a tão pisoteada educação brasileira ganha - e muito!!!!

domingo, 10 de outubro de 2010

Material útil

Para quem tem tantos planos de usar didaticamente a internet quanto dúvidas, eis um interessante material para orientar pais, professores e crianças quanto ao uso responsável da internet.
Além dos bons e claros textos, há vídeos, notícias na área de internet e mundo digital, um game infantil, dicas de segurança e usabilidade, dicas de sites por matérias, educação e etiqueta na internet, como identificar perigos, etc. Um ótimo, rico e útil material para quem quer tirar proveito das possibilidades da informática na educação.
Para acessá-lo, clique aqui.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Geração digital na sala de aula - III

Enfim, acho que agora vem o porquê desta série de posts; eis o ponto central que motivou as transcrições de trechos do artigo e as divagações a respeito do mesmo. Vejamos se fica claro para todos.


"O aluno da geração digital tem perfis múltiplos, com performance para fazer diversas coisas ao mesmo tempo - consegue falar ao msn, atualizar seu perfi no Orkut, twittar o que está fazendo, compartilhar fotos no Flickr, baixar arquivos, ouvir música, além de assistir televisão, entre outras coisas. Está acostumado com a linguagem hipermidiática, que abrange sons, imagens, textos, vídeos, tudo ao mesmo tempo e em forma de hipertexto, criando assim uma grande rede para transitar, explica a pedagoga com formação em Informática Educativa Patrícia Grasel Silveira. 'Essa geração está acostumada a um trânsito que explora diferentes caminhos e conexões ao mesmo tempo, onde a instantaneidade, interatividade, criatividade e autonomia são pontos a serem considerados positivamente, pois exigem mais do que lado cognitivo para fazer as relações com sentido.'
Aí é que está o cerne da questão: como pretender educar alunos tão multifacetados apenas com a voz, o quadro e o giz? Não que não devamos mais usar tais elementos, mas usar apenas eles, nos dias atuais??? Eles foram eficientes em nossa formação, décadas atrás, mas os tempos mudaram. O mundo mudou. A tecnologia mudou radicalmente. E as possibilidades oferecidas por ela também. As crianças e os jovens, então, nem se fala... Como pretender fechar os olhos a tantas mudanças? Como querer preparar os jovens para o mundo, para a sociedade ou o trabalho, dispensando as novas (algumas nem tanto) tecnologias, cujo uso e domínio será efetivamente cobrado deles já provavelmente desde os primeiros estágios? Não trata-se de ensiná-los a manusear, a mexer (creio que já ficou claro, nesta série de posts, que eles já dominam as novas tecnologias, por conta própria), mas a SABER usar tais teconologias. Neste caminho eles certamente precisam de ajuda. Nossa geração aprendeu a fazer isso na escola, trata-se, pois, de repassar adiante. Se hoje há outros meios, melhor!


Mais (e ainda nesse mesmo sentido):
"A informação vai passar a ser conhecimento  no momento que o aluno for desafiado a construí-la, e não apenas consumí-la. 'Ao contrário do que muitos pensam, a internet não é apenas um repositório de ctrl+c e ctrl+v. Ela pode ser um espaço potencializador das aprendizagens, onde os sujeitos tem a possibilidade de criar, serem colaboradores de nova linguagem, onde todos podem ser construtores, autônomos e expandir sua rede e sua criatividade', alega Patrícia. 'Por meio do uso de espaços como blogs, Facebook e Twitter, percebe-se o estabelecimento de relações, das quais emergem ações que vão além da rede, trocas, compartilhamento de informações. Essas ações provocam novas leituras, formas de comunicação e interação, que consequentemente geram novos conteúdos'."
Isso vale para todo o processo de ensino: construir é sempre mais eficiente do que reproduzir, apenas repetir por repetir. E quanto espaço este novo mundo tecnológico se presta à criação...

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Geração digital na sala de aula - II

Continuando com os mais interessantes/ relevantes aspectos do texto:

"Como essa geração aprende, então, sob os aspectos da neurociência? Os processos biológicos da espécie envolvem atenção, percepção, memória e imaginação, explica Elvira [de Souza Lima], além do desenvolvimento cultural. 'Os padrões de percepção e atenção formados pelo uso contínuo do computador apresentam lacunas em relação ao que se precisa para trabalhar os conhecimentos formais. Assim, atividades escolares que eduquem a atenção são hoje necessidades curriculares (...)' Segundo a especialista, apesar da quantidade de informação disponibilizada pela internet, o aluno deve aprender a selecionar, organizar, para que forme memórias de longa duração. (...) Esse é um ponto importante para a educação: há a necessidade de fornecer situações em que a imaginação seja desenvolvida."
Primeiro, não há muito o que dizer sobre o que já está claramente dito: a importância da educação formal, escolar, com as novas tecnologias, cresce cada vez mais, ao contrário do que muitos penasm (aqueles que acham que "competem" com o computador. Segundo: pelo que já foi dito (inclusive no post anterior) sobre a geração digital (capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo, dificuldade para sair da superfície e se aprofundar em muitos assuntos), não podemos esperar que os alunos aprendam sozinhos a selecionar e organizar o que é positivo e correto em meio à grande quantidade de inutilidades e equívocos que há na internet. Enfim, se cresce a importância da educação e se os alunos não podem aprender sozinhos o que é necessário/ importante para suas vidas, adivinhe quem é a figura central neste processo???????


Falta mais aos professores agir como nativos digitais, e não como imigrantes digitais!!!!
Explico: ambos os conceitos estão também no texto. Os nativos digitais são esta nova geração, que já domina desde cedo as novas tecnologias, pois aprendem FAZENDO. Nós, de gerações anteriores, ao tentarmos incursionar pelo mundo das novas tecnologias, normalmente lemos manuais e tutoriais, vamos aprendendo devagarinho, bem devagarinho...
Repito: SEJAMOS MAIS NATIVOS, MENOS IMIGRANTES! Percamos o medo, que pode a tecnologia contra nós? Quem é que, no fim das contas, comanda a máquina????

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Geração digital na sala de aula - I

Após longa ausência (exatamente um mês), motivada pelas minhas hospitalizações, hora de voltar à ativa por aqui. Vamos lá.

 Reproduzo aqui trechos de uma interessante matéria veiculada na Revista Educação em Revista, publicação do SINEPE/ RS (Ano XIV - Agosto de 2010) - "A geração digital chegou à sala de aula". Para que o post não fique muito longo (sei que o tempo é meio curto, não só para mim) ,dividirei estas partes que acho mais interessantes da matéria em 2 ou 3 posts. Combinemos o seguinte então: o que estiver com o fonte nesta mesma cor é o que está na revista; o que estiver em verde são as minhas divagações. E é claro, aguardo a participação de todos, para que todos lucremos com o debate e a troca de opiniões/ relatos/ experiências, certo?

Sobre a "geração digital", em primeiro lugar, é definida como uma geração que "nasceu 'conectada' à internet, num contexto de informações múltiplas, e apresenta um comportamento diferente da geração anterior. É um jovem rápido, flexível, que faz conexões complexas de forma fácil e que tem facilidade de aprender a utilizar qualquer novo equipamento ou software, explica o mestre em comunicação e proferssor da ESPM João Matta. 'Esse jovem é muito intuitivo com relação ao uso da tecnologia. NÃO PRECISA PENSAR MUITO, EXPERIMENTA (grifo meu) (...) Por outro lado, são alunos que, não raro, acreditam mais no Google que em seu professor. 'São capazes de não acreditar em estudiosos legitimados pela ciência em detrimento de um site qualquer, com um texto meramente opinativo. É o grande risco para esse aluno, alerta."
Aqui já há alguns pontos para reflexão. Em primeiro lugar, a questão de esta nova geração não ter medo de fazer as coisas, simplesmente 'vão fazendo'. Por isso, certamente, sabem/ entendem tanto das novastecnologias eletroeletrônicas/ virtuais. Talvez nós, professores, que não somos desta geração, estejamos precisando agir assim, perder o medo deste mundo digital. Quantos dos professores/ adultos não deixou de fazer ou temeu fazer algo no computador, no início, por "medo de perder tudo, deletar tudo"??? Aí, por medo de "perder tudo", ficar sem nada, acabou sem experimentar, ou seja, acabou sem nada igual (mas sem ter tentado, experimentado)... Hoje em dia não há mais desculpa para isso, com tantos cursos básicos, livros, tutoriais, artigos, e mesmo o filhos ou sobrinhos para ajudar a dar os primeiros passos!
Segundo, a questão de o aluno acreditar mais no google do que no professor, o que é muito grave. Mais um motivo para o professor agir, indicando caminhos, leituras, sites e blogs confiáveis. Se o aluno vai passar certo tempo conectado, vai acessar sites e blogs os mais diversos (e, muitas vezes, suspeitos) para sanar suas dúvidas, então que acesse fontes ideais. Mais uma oportunidade para o professor, bastante interessante!


Mais adiante, a reportagem chama a atenção que a atual facilidade de acesso à informação pode ter um lado negativo: "(...) diante do volume de informação a que tem acesso, os estudantes dessa geração acreditam que já detem o conhecimento, observa Matta. 'O aluno da era digital não está habituado a ler, a compreender e a se aprofundar em quase nada. Ter ouvido falar, ou melhor, ter lido três linhas a respeito de um determinado asunto já dá a ele a falsa sensação de já saber algo sobre o tema e querer mais novidades. Essa geração é movida a novidades, mesmo que sejam requentadas por uma embalagem bem trabalhada ou por um discurso com uma linguagem mais descolada.' Para Matta, o aluno da geração digital apresenta muita facilidade para usar a tecnologia, qualquer que seja ela, ao mesmo tempo em que não consegue aprender, pois 'acha que já sabe o que apenas ouviu falar'.
Enfim, bem ao contrário das gerações anteriores: facilidade em lidar com novas tecnologias e dificuldade em extrair delas o que podem proporcionar. De que adianta uma habilidade sem a outra? Agora, mais do que nunca, o professor torna-se fundamental no processo educativo. Não dá para esperar que os alunos aprendam sozinhos, por conta própria e sem mediação de ninguém, a extrair dessa 'nova' ferramenta a riqueza de informações que ela proporciona. Em vez de considerar a informática ou a internet como vilãs no processo de educação, achando que elas 'deseducam' os alunos, é mais do que hora de enxergá-las como nossas (dos professores) potenciais aliadas. Se a cultura de ler livros já está bem distante do ideal, se agora (como diz o professor citado na reportagem) os jovens da geração digital leem 3 ou 4 linhas de um assunto na internet e acham que já o dominam, o que mais vamos esperar? Que eles não leiam mais nada? Que apenas olhem figurinhas???

Que podemos, NÓS PROFESSORES, fazer a respeito?

Enfim, esta foi a primeira parte da reportagem citada, com vários pontos que, espero, tenham incomodado o leitor. "Incomodar" no sentido de instigar, querer mudar!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Por que trabalhar com blogs?

Tá, confesso que não sei muito bem a regra dos porquês (sei que esse acertei, pois está substantivado!), então não sei se o título está certo, mas é óbvio que isso não é importante. A questão mesmo é a pergunta. Em que os blogs podem ser úteis à Educação?
Basta dar uma passeada por este mundo dos blogs para compreender (aliás, em seguida começarei a colocar aqui algumas sugestões e recomendações de blogs que acho interessantes), mas há vários motivos que podem ser elencados. Citarei aqui alguns, na certeza de que o leitor saberá apontar vários outros (espero que o faça, pois a ideia é trocar figurinhas, experiências, impressões, etc.):
- Interação: os blogs permitem a rápida, fácil e constante interação do aluno com o professor. Inclusive dos alunos 'tímidos', que não costumam se manifestar muito em aula. Pode ser um bom canal para tirar dúvidas e mesmo propor debates a respeito de questões-chave, encaminhadas e dirigidas pelo professor (ou mesmo sugeridas pelos alunos). E o que é a Educação senão um  processo interativo, entre professor e alunos? Ou alguém ainda pensa nela como o processo de transmissão de conhecimentos do professor para o aluno?????
- Qualidade: em meio ao turbilhão de materiais que são despejados diariamente na internet, impossível de ser acompanhado por qualquer professor que seja (ou qualquer ser humano), o blog feito pelo professor pode ser uma boa forma de este recomendar/ colocar à disposição dos alunos, informações corretas/ precisas/ coerentes/ construtivas, bem como indicações de fontes ou materiais para pesquisas
- Acessibilidade: usa-se com os blogs uma tecnologia que está ao alcance de uma quantidade crescente de alunos (seja em sua própria casa, no laboratório de informática da escola, em lan houses, casa de amigos, etc.). Assim, vai-se aos poucos estimulando-os a usarem a internet para fins produtivos (em vez de só ficar reclamando de que eles só acessam a rede para msn e redes sociais).
- Contemporaniedade: não dá para ignorar que a tecnologia e a internet estão presentes na vida dos alunos. Ignorar tais ferramentas hoje é andar na contramão do processo educativo. Se se pretende estimular os alunos a estudarem, o melhor caminho pode ser pelo 'universo' deles. É mais fácil eles procurarem as informações que desejamos na internet do que nos empoeirados, amarelados e mofados livros que muitas vezes agonizam nas bibliotecas escolares. Claro que, SEM DÚVIDA ALGUMA, eles são importantes, mas não podem ser a única fonte para os alunos. Da  mesma forma, o blog também não pode sê-lo. Um bom processo educativo pressupõe uma diversidade de fontes e métodos, não?