A notícia não é nova, como se pode ver pela data; foi aparecer aqui só hoje por pura falta de tempo - saiu na Zero Hora do dia 24 de abril.
Esta é para quem ainda tem dúvidas a respeito do potencial e das possibilidades do uso da internet na Educação, achando/ alegando que 'o acesso é restrito' ou 'é uma minoria que tem acesso' e outras frases feitas do gênero. Clica na imagem que ela amplia e se pode ler direito.
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sexta-feira, 6 de maio de 2011
Para quem ainda desconfia...
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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Analfabetismo funcional
O post de hoje reforça/ confirma/ exemplifica o anterior.
O Instituto Paulo Montenegro e a ONG Ação Educativa analisaram dados do INAF (Indicador de Alfabetismo Funcional de Jovens), obtidos através de levantamentos feitos emm 2009 com jovens entre 15 e 24 anos, de nove regiões metropolitanas, tendo sido avaliados/ abrangidos vários aspectos. Vamos ao que interessa aqui:
A outra estatística preocupa tanto quanto esta: 3% dos jovens analfabetos e 19% analfabetos funcionais, em pleno século XXI é um absurdo. É coisa que nós professores até percebemos, mas talvez não venhamos nos dando conta da dimensão do problema. Algum dos professores aí não tem casos, entre seus alunos, de alguns que parecem ter extrema dificuldade de acompanhar os demais colegas, e dificuldades, muitas vezes, em coisas básicas, de séries até mesmo anteriores? Casos que muitas vezes procuramos um encaminhamento, um apoio didático, um laboratório de aprendizagem, um trabalho com equipe multidisciplinar (psicólogo, psicopedagogo, ...) e - principalmente na rede pública - não conseguimos...
Agora, é importante atentar para a porcentagem: 22% (ou 19%, se considerarmos os analfabetos fuincionais apenas) correspondem a 1/5 dos alunos com este tipo de situação. Ou seja, se pegarmos uma turma com 30 alunos "apenas" (há bem mais, principalmente na rede pública), 6 (seis) estariam nesta situação, de saber ler textos, por exemplo, mas não entendê-los... Isso em uma turma apenas.
Os números assustam, e mais ainda o fato de muitas vezes (sempre?) termos, professores, de nos virar, tentar resolver tudo sozinhos, sem muita ajuda...
O Instituto Paulo Montenegro e a ONG Ação Educativa analisaram dados do INAF (Indicador de Alfabetismo Funcional de Jovens), obtidos através de levantamentos feitos emm 2009 com jovens entre 15 e 24 anos, de nove regiões metropolitanas, tendo sido avaliados/ abrangidos vários aspectos. Vamos ao que interessa aqui:
- entre o universo abrangido, 3% são analfabetos absolutos
- 19% são alfabetizados em nível rudimentar: leem textos curtos e lidam com números simples, como operações básicas com dinheiro
- apenas 12% dos que haviam concluído o Ensino Médio ingressaram no Ensino Superior.
A outra estatística preocupa tanto quanto esta: 3% dos jovens analfabetos e 19% analfabetos funcionais, em pleno século XXI é um absurdo. É coisa que nós professores até percebemos, mas talvez não venhamos nos dando conta da dimensão do problema. Algum dos professores aí não tem casos, entre seus alunos, de alguns que parecem ter extrema dificuldade de acompanhar os demais colegas, e dificuldades, muitas vezes, em coisas básicas, de séries até mesmo anteriores? Casos que muitas vezes procuramos um encaminhamento, um apoio didático, um laboratório de aprendizagem, um trabalho com equipe multidisciplinar (psicólogo, psicopedagogo, ...) e - principalmente na rede pública - não conseguimos...Agora, é importante atentar para a porcentagem: 22% (ou 19%, se considerarmos os analfabetos fuincionais apenas) correspondem a 1/5 dos alunos com este tipo de situação. Ou seja, se pegarmos uma turma com 30 alunos "apenas" (há bem mais, principalmente na rede pública), 6 (seis) estariam nesta situação, de saber ler textos, por exemplo, mas não entendê-los... Isso em uma turma apenas.
Os números assustam, e mais ainda o fato de muitas vezes (sempre?) termos, professores, de nos virar, tentar resolver tudo sozinhos, sem muita ajuda...
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Baixos investimentos
Foi notícia no final do ano: O RS investe em Educação menos que a média nacional.
Enquanto que a média nacional ficou em R$ 2.948,00 por aluno/ ano, no RS foram investidos R$ 2.369,02 por aluno/ ano. Mais de 500 reais de diferença POR ALUNO. Isto apenas em relação à MÉDIA nacional. Nunca é demais lembrar que se a MÉDIA nacional foi de R$ 2.948,00 por aluno, isso quer dizer que teve estado que investiu menos e outros que investiram mais. E alguns BEM mais.
Exemplos:
- Distrito Federal: R$ 4.834,43
- Roraima: R$ 4.365,37
- Amapá: R$ 3.729,39
Com este "desempenho", O Rio Grande do Sul ficou em 16° lugar no ranking brasileiro, atrás, além daqueles estados acima, de outros como Acre, Sergipe, Tocantins, Ceará e Rondônia, por exemplo.
Isso explica muita coisa...
E o povo parado... (o que também explica muita coisa...)
Enquanto que a média nacional ficou em R$ 2.948,00 por aluno/ ano, no RS foram investidos R$ 2.369,02 por aluno/ ano. Mais de 500 reais de diferença POR ALUNO. Isto apenas em relação à MÉDIA nacional. Nunca é demais lembrar que se a MÉDIA nacional foi de R$ 2.948,00 por aluno, isso quer dizer que teve estado que investiu menos e outros que investiram mais. E alguns BEM mais.
Exemplos:
- Distrito Federal: R$ 4.834,43
- Roraima: R$ 4.365,37
- Amapá: R$ 3.729,39
Com este "desempenho", O Rio Grande do Sul ficou em 16° lugar no ranking brasileiro, atrás, além daqueles estados acima, de outros como Acre, Sergipe, Tocantins, Ceará e Rondônia, por exemplo.
Isso explica muita coisa...
E o povo parado... (o que também explica muita coisa...)
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